Hey gente! bom dia. Como vocês estão? Já estão sabendo que tá rolando um encontro na ilha de “influenciadores digitais”? Começou na quinta-feira e, pra abertura, chamaram ninguém menos que Thaynara OG, que vocês sabem que sou fã de carteirinha, desde a época que a Bruna Vieira veio aqui pra São Luís e minha amiga Lana me disse que a Thaynara ia estar presente, então podia acompanhar os acontecimentos pelo snapchat dela.

Foi amor à primeira gargalhada. Lembro de dizer várias vezes sorrindo: “Essa menina é doida!” HAHAHA, mas porque eu super me identifico com o jeito dela de ser ela mesma (menos com a timidez fora das câmeras, nunca fui, eu acho).

Apesar de morar na mesma cidade que a Thay, tive poucas oportunidades de encontrá-la.

“MAS QUAL A NECESSIDADE DE ENCONTRÁ-LA, HELLEN?”

Precisar, precisaaaaar… eu não precisava, né?

Mas me conta, vocês nunca tiveram vontade de encontrar pessoas que acompanham pelas redes, seja pra abraçar, pra dizer um: “adoro te assistir”? É quase uma “best friendice” que acontece na nossa imaginação. E se tem uma coisa que gostamos de fazer é encontrar nossos amigos kkkk.

A primeira oportunidade desse encontro foi no Pátio Norte Shopping. Lançamento do filme Internet.

Fui convidada através do trabalho com o blog pra prestigiar o lançamento do filme aqui.

Gente, FOI MUITO LOUCO. As pessoas gritando, um monte de gente. Sempre quis ver isso acontecer de perto. E realmente foi loucura. Só que a equipe do shopping foi ótima. Não pudemos ficar na mesma sessão que a Thay. Na verdade, atrasou bastante a chegada das pessoas e tive que voltar pra buscar Helena (não levo ela pra essas loucuras kkk), mas não grilamos.

Michel tava fotografando com uns amigos e, na oportunidade que deu, abracei a Thay e tirei minha foto.

Apesar da loucura e de não ter trocado uma palavra, ela me abraçou e tiramos a foto. Fiquei super feliz. TODOS FORAM SUPER LEGAIS. Roni, Mamãe OG (é um amor), a vovó OG (é fofa demais), o Fê Castanhari (até tirei foto e fiz snap pra ele haha), Pathy, Michele. Gente, fui super bem tratada pelo shopping (Rayanne, te amo <3) e pelos artistas convidados.

Gente, agora minha segunda experiência, nessa quinta-feira, foi literalmente de “chorar”, como vocês viram. Kkkkk.

Vocês podem pensar, tá aproveitando essa história pra gerar visibilidade e aproveitar o babado kkkk. Mas não, hoje eu penso que teria sido melhor ter ficado em casa, rs. Quem tem filhos sabe que é toda uma “logística profissional” pra sair e deixá-los.

Tô contando isso aqui porque já tive que recontar diversas vezes, então agora vai ter um link (haha). E outra, depois desse momento, entrei meio que em crise, fiquei filosofando mil horas o motivo que me levou a estar ali ou que me move através desse trabalho a ir em alguns eventos.

Pois bem, na manhã da quinta-feira, vi no meu feed que o Rio Anil Shopping tinha feito tipo um “concurso” em que os 30 mais votados pelo aplicativo, teriam direito ao Meet & Greet, que é aquele momento que após algum evento ou show em que você tem direito a cumprimentar e tirar uma foto babado ao lado da pessoa que você admira.

Geralmente, você consegue isso com o pagamento de um preço bem simbólico (só que não), mas, no nosso caso, “pagamos com votos” (de nossos lindos seguidores, que fizeram a boa ação de BAIXAR o aplicativo pra votar na gente). Segundo o regulamento, o Meet & Greet teria duração de 30 minutos com as 30 pessoas que conseguissem essa posição no ranking.

Pra mim, isso significava o meu: “Oi, Thay. Como vai? Meu nome é Hellen, te acompanho desde 2015, tô tão feliz… E tudo que coubesse nos 60 segundos junto com a foto”. quem sabe um beijo pelo instagram pras minhas amigas do Pará que acompanham ela também (uma delas já até a encontrou porque esperou até alta madrugada no aeroporto quando veio na ilha. NAUAAAAALY <3).

Mas, gente…

Esse momento começou com “as pessoas do aplicativo, façam uma fila aqui do lado”. Tinham umas 60 mil pessoas na fila kkkk

E as 30? Tudo bem, vou imaginar que todo mundo queria dar seu jeitinho. Ficar na fila de espera, vai que…? Até porque, sou dessas, fiquei na grade até o fim do evento da Camila Coelho no Shopping da Ilha e nadinha. Mas tudo bem, entendi que não podia, que era só pra convidados da Thay e as 50 primeiras pessoas que comprassem uma peça de roupa (e eu mal tinha o do estacionamento nesse dia, DO NADA).

Aí ok, tava com meu documento (QUE NINGUÉM PEDIU), o insta do blog aberto, meu fotógrafo-marido (porque, vocês sabem, meu celular tá com a tela toda trincada né? E eu queria esse momento high definition kkkk), e meu brilho nos olhos desse momento acontecer.

Eles estavam tentando organizar a fila, até que dispensaram uns dois na minha frente e finalmente era eu.
O cara lá, um barbudinho, com o pânico no olhar kkkkk, perguntou quem era Michel e ele se identificou (@oblogdabranca – 16) com o número do ranking. Aí ele perguntou pra mim: e você? (isso tudo rapidão, sem templo de explicar nada). Aí eu disse que eu era @oblogdabranca, mas que Michel não ia tirar foto com ela, ele ia tirar a nossa foto.

Gente, ele simplesmente não deixava eu explicar, dizendo com muita grosseria “Ou você ou ela”, “só um dos dois”, “decidam rápido”, e eu: Moço, ele não precisa nem subir (vontade de dizer: NO DHJABO DESSE TEU PALCO), mas eu já tava toda me tremendo, gente. Não sabia se eu mordia ele ou se me acabava de chorar (claro que eu não queria ser presa… Fiquei engolindo choro hahaha).

E Michel (super zen como sempre): Calma, cara. Ela vai. Quem pode tirar a foto? (Nessa hora eu vi que meu marido me ama muito, dando nosso instrumento de trabalho pra uma pessoa aleatória tirar a foto).

Gente, G-E-N-T-E, geeeeeeeeeeeeente…

Nessa hora, foi como se tivessem me batido, eu tava subindo a escadinha pra falar com a Thay, sem tumultos, porque era a minha vez, mas eu tava completamente triste, eu me tremia querendo engolir o choro de raiva e de impotência pra não melar o “meu momento”, mas o brilho nos meus olhos que eu tava no começo, APAGOU.

A Thay tava lá, linda e sorridente, não fazia ideia de quem eu era, nem meu nomezinho e nem eu ia conseguir falar. Eu lembro de ter dito: “Oi Thay, tudo bem”, bem “xoxinha” mesmo, voz baixa. Levantei meu celular pra tentar gravar algo ou tirar selfie (bem se amando, como tirei com a Vivian, lembram? kkkk) e o cara falou sorrindo e impedindo que eu usasse meu celular “Só pode tirar UMA FOTO“, naquele momento era como se eu tivesse numa jaula, sem saber me comportar, o que fazer.

Sorri pra foto, nem olhei pra ela de novo e fui pegar a câmera (que tinha sido passada pra uma fotógrafa, eu acho, pelo menos ela tava usando uma câmera também), ela foi bem fofa e disse: “Pega. Gente, ela tá tremendo…” e eu virei e disse: “É, pelo jeito que vocês nos tratam.”

Nessa hora eu vi o espanto nos olhos de todos, mas gente, eu tava ali sendo alfinetada por qualquer passo que eu desse. Ouvi eles falando algo do tipo: “Tem uma fila enorme…” ou algo assim, mas eu só queria encontrar meu marido e ir embora dali, não queria chorar na frente de ninguém (ao vivo, né? Porque chorei falando depois). A única coisa que me arrependo foi de ter soltado isso pra fotógrafa, porque ela não me tratou mal, mas cara… eu tava no chão.

Queria ter falado com Mamãe OG, Marcinha, Davi, mas não tinha vibes pra isso. Se não for pra estar no meu melhor, nem vou.

Encontrei algumas pessoas amigas no fim, demonstrei minha insatisfação, mas não queria continuar ali. Claro que Michel arrancou uma risadinha quando disse: “Vamos, vou te dar uma casquinha”. HAHAHA

Quando chegamos no carro, tava tocando uma musica tristona e aí eu desabei. Poxa som.

Mas na maioria das vezes, chorar e conversar lava a nossa alma. Quando conversei com vocês, me senti dessa forma, principalmente ao ler tantas mensagens fofas (a maioria né? porque sempre tem um revolts). Inclusive Marcinha OG e Davi rebolativo foram MUITO MUITO MUITO fofos me respondendo pelo instagram ao saber de tudo isso. Muito obrigada <3

A minha amiga Laylla (@layphernanda) repostou o que aconteceu e os seguidores dela também foram super fofos. Uma seguidora disse algo que fez eu ficar “REFLEXIVA REFLITONA” (haha). Não lembro exatamente as palavras, mas era algo do tipo que nós, blogueiros e influencers, não precisamos ficar nos rebaixando a esse tratamento nos eventos pra ter visibilidade e tal. Nossos seguidores nos seguem porque fazemos bem nosso trabalho e se identificam conosco. É o que Kim Zucatelli diz: “É a troca. E isso não acontece com todo mundo”, rs.

Antes de chegar lá, Michel tinha feito algumas perguntas pra mim: Por que tu queres ir pra lá? Qual o teu objetivo nisso tudo? Por que do blog, do insta?

Embora eu tenha isso bem definido, fiquei reavaliando minhas respostas.

Eu queria ir porque gosto da Thay e além de poder ouvir o que ela iria dizer, gostaria de prestigiá-la. E ainda ia poder conhecer, abraçar e tirar foto.

E meu maior objetivo é compartilhar as coisas que vivencio com vocês. Minhas experiências (boas e ruins) com relacionamentos que tive, o casamento que temos, maternidade, desafio de ser mãe e estudar, correr atrás dos sonhos, mostrar como se arrumar em casa, ajudar a melhorar o cabelo, marcas que valem a pena se relacionar…

Enfim, meu mundo com vocês. Acho essa troca muito gostosa, principalmente quando vocês respondem, se identificam, dão novas ideias, suas opiniões e me fazem crescer também. Muito obrigada.

Como influencer local (e mesmo se fosse uma pessoa comum, fora desse meio), me senti totalmente jogada, mal tratada mesmo. Esperava mais de um evento chamado “Encontro de Influenciadores”, que no mínimo teriam alguns influenciadores presentes.

Sobre o shopping, eles enviaram uma mensagem pedindo desculpas pelo ocorrido e tal. Eu entendo gente, que apesar de ter uma empresa, as pessoas que existem ali são as que fazem acontecer, pessoas que trabalham pra essa empresa.

Sei que pegam a pressão de ter um evento bem sucedido, cumprir horário, às vezes por exigência da própria assessoria do artista.

Mas nada justifica você esquecer que trabalha com pessoas, frequentadores e clientes, e que apesar dos seus problemas, as pessoas precisam no mínimo ser tratadas com educação e respeito. É sobre, se colocar no lugar…

Por fim, pra não ser ingrata, quero agradecer duas pessoas que me trataram super bem no shopping. Uma moça negra, que usava óculos, tinha o cabelo cacheadinho e andava de um lado pra outro com o celular na mão. Ela tirou as minhas dúvidas e me orientou como seria no fim do evento. E uma loira, de estatura baixa que me levou até ela (a moça que falei primeiro) por não saber responder minhas dúvidas.

Essa foi uma situação legal. Muita gente nesse dia tava perdidão sobre o evento, mas lembro delas. E perdão à pessoa que me devolveu a câmera, a resposta não era pra você.

Não tenho nada contra a Thay, nem fiquei chateada com ela. Ela não fez nada, gente. Me abraçou e sorriu, talvez a gente tivesse conversado ou sorrido, mas se ela perguntasse meu nome nessa hora, talvez eu nem soubesse responder. kkkkk Ela sempre é muito legal com todos <3

Foi isso que aconteceu, gente.

Olha a diferença das fotos:

Eu e Thaynara OG

Apesar de estar muito horrível, na foto acima tô feliz, tô na muvuca e valeu (e sim, estava como blogueira).

Eu e Thaynara OG

Aqui também, mas quase chorando AUISHauishIUASH. Pensa num sorrisinho sem graça, é esse bem aí.